quarta-feira, 4 de março de 2009

Tecnologia.... Bicicleta tem troca de marchas automática

bicicleta com cambio marcha automatico


A bicicleta, um dos mais populares inventos que usam o corpo humano como fonte de propulsão, entrou para o ramo dos eletrônicos. Um novo sistema de marchas automáticas foi criado.

O sistema, que usa uma bateria, promete facilitar e trazer precisão na hora de trocar de marchas. No entanto, os puristas do ciclismo acham que isso, talvez, tire “a graça” do ciclismo, mudando uma de suas bases completamente.

“As pessoas andam de bicicleta por ela ser um sistema que depende unicamente da força humana. Nada poderia ser mais simples e independente” declara Raymond Henry, um historiador do ciclismo. “Qualquer fonte exterior de energia, no entanto, arruinaria esse sistema, essa filosofia” explica.

Duas tentativas de bicicletas com troca de marchas eletrônica já foram desenvolvidas pela Mavic, uma fábrica francesa. No entanto ambas apresentaram defeitos quando expostas à chuva. Uma outra companhia a Magnolo diz ter o sistema pronto, mas está atrasando seu lançamento por causa da crise econômica.

O novo lançamento será da Shimano e o modelo é chamado de Dura-Ace Di2 7970. A bicicleta já está sendo testada por grupos de ciclistas profissionais na Califórnia.

Bob Stapleton é o dono e o empresário do grupo de ciclistas “Columbia High Road”. De acordo com ele, muitos de seus atletas têm receio de usar uma bicicleta que possa, de repente, ficar sem energia e parar de se mover.

O sistema da Di2 não tem modo “manual” e, se a bateria acabar, a bicicleta fica inutilizada. A Shimano estima, no entanto, que a bateria dura, pelo menos, mil horas.

Os equipamentos eletrônicos custarão 1250 dólares a mais do que a troca de marchas normal, usada hoje. Fazer um “upgrade” em uma própria bicicleta Shimano custará 2200 dólares.

Receita de sucesso

Receita de Sucesso - CID Santa Maria

Um levantamento dos índices de exclusão digital, por região geográfica. Um mapeamento das instituições que poderiam ser parceiras em um projeto municipal. Um planejamento de uma rede de telecentros que tenham conselhos gestores com participação da comunidade. Junte-se a isso uma pitada de sorte: o governante idealizador da iniciativa é reeleito, em 2008, o que afasta o risco de descontinuidade. Com uma receita como essa, o programa Osasco Digital tem tudo para dar certo. Quando Emídio de Souza assumiu a prefeitura da cidade, em 2005, 80% dos domicílios não tinham computador. E não havia, na cidade, qualquer ponto de acesso público e gratuito.Foi então que a Secretaria do Trabalho começou a delinear um programa que promovesse a inclusão digital. “Nossa ação foi fundamentada em dois eixos. Primeiro, criar e gerenciar as informações sócioeconômicas dos cidadãos. Depois, elaborar um observatório dos indicadores do trabalho na região, pois nosso foco era a ocupação, a ideia era exatamente reforçar a empregabilidade”, conta Marcos Paulo de Oliveira, coordenador de Projetos para a Inclusão Digital.

O próximo passo foi criar uma dotação orçamentária para o programa e construir uma estratégia de parcerias. A perspectiva, na ocasião, era de implantar dez centros de inclusão digital até o final de 2008. No dia 12 de novembro de 2008, essa meta foi ultrapassada em 20% — foi inaugurado o 12º telecentro da cidade, em parceria com o Ministério das Comunicações. E a contabilidade da inclusão registrava mais de 8 mil usuários, o que representa mais de cem mil acessos mensais. Dez desses centros operam totalmente com software livre e dois oferecem plataforma aberta e sistemas proprietários.

O modelo de parcerias permeou o programa Osasco Digital desde o início. Os três primeiros telecentros, inaugurados em 2006, tiveram como parceiro o Banco do Brasil (BB). Em 2007, foram firmadas uma parceria com a Fundação Bradesco, duas com a Petrobrás e cinco com o Serviço Federal de Processamento de Dados (Serpro). Oliveira considera o formato de parceria da Petrobras o mais adequado para prefeituras: “A empresa doa os equipamentos, o mobiliário e banca o custeio por dois anos, até que o telecentro adquira autonomia para dar conta do próprio sustento”. A gestão dos telecentros da Petrobras é feita pela Rede de Informações para o Terceiro Setor (Rits). Os demais têm gestão do Sampa.org.

Metade dos centros de inclusão de Osasco funciona em espaços da prefeitura. Outra metade está dentro de organizações da sociedade civil, o que favorece o fortalecimento do vínculo com a comunidade local. Oliveira conta que, quando os primeiros telecentros entraram em operação, algumas instituições ofereceram espaço físico para abrigar o telecentro, como o Centro Público de Economia Solidária. Henrique Reis, um dos monitores, explica que o espaço, no centro da cidade, ao lado da prefeitura, é frequentado por uma população com bom índice de escolaridade. Em grande parte, mulheres em busca de oportunidades de trabalho (Veja o texto ao lado). Outros centros de inclusão digital com vocação bem focada são o de Jardim Granada, voltado ao apoio a cooperativas, micro e pequenas empresas; e o telecentro que fica dentro do Centro Público de Qualificação Profissional e Social.

Todos os centros de inclusão, segundo Oliveira, têm um conselho gestor com participação da comunidade. “Uma das atribuições dos conselhos é pesquisar as vocações locais e propor outros conteúdos”, informa Oliveira. Entre os planos para o futuro, a Sampa.org está estudando a criação de uma agência de notícias que vai atender toda a rede do Osasco Digital.

“Acharam a gente pelo blog, imagine!”

Vanaci Pimentel, 30 anos, mãe de quatro filhos, adquiriu uma profissão há dois anos, em 2006, depois que participou de uma oficina-escola de costura mantida pelo programa Bolsa Família. Em 2007, ela entrou para a Cooperativa de Costura de Osasco, que é abrigada pela Incubadora de Empresas de Osasco — uma parceria entre a Federação das Indústrias do Estado de São Paulo, o Sebrae e a prefeitura de Osasco.

Hoje, além de empreendedora, Vanaci é também blogueira. Porque um dos diferenciais da incubadora é o centro de inclusão digital, onde os micro e pequenos empresários dispõem de cursos e oficinas. No Centro Público de Economia Solidária, onde está instalado o telecentro, Vanaci e suas colegas do grupo de costura não só aprenderam a “mexer no computador”, mas passaram a ter acesso a informações sobre linhas de crédito existentes para empresas, procedimentos para atividades de comércio exterior, tecnologias de gestão empresarial, apoio técnico na elaboração de planos de negócios, entre outras informações valiosas disponíveis na internet. Daí, para o blog da Cooperativa, foi um click. “Fui eu que criei o blog e agora faço as postagens. Tiro a foto do produto, faço a ficha técnica e publico. É muito fácil”, relata Vanaci, orgulhosa de seu trabalho. E não é para menos: por meio do blog, ela e suas colegas estão recebendo encomendas de empresas de grande porte, como PoupaTempo, Café Pelé. Este ano, fizeram até macacões para profissionais que trabalharam no Grande Prêmio de Fórmula 1 de Interlagos. “Acharam a gente pelo blog, imagine!”, comemora, quase admirada, a nova pequena empresária.

terça-feira, 3 de março de 2009

Inclusão Digital.

Inclusão Digital ou infoinclusão é a democratização do acesso às tecnologias da Informação, de forma a permitir a inserção de todos na sociedade da informação. Inclusão digital é também simplificar a sua rotina diária, maximizar o tempo e as suas potencialidades. Um incluído digitalmente não é aquele que apenas utiliza essa nova linguagem, que é o mundo digital, para trocar e-mails. Mas aquele que usufrui desse suporte para melhorar as suas condições de vida.

A Inclusão Digital, para acontecer, precisa de três instrumentos básicos que são: computador, acesso à rede e o domínio dessas ferramentas pois não basta apenas o cidadão possuir um simples computador conectado à internet que iremos considerar ele, um incluído digitalmente. Ele precisa saber o que fazer com essas ferramentas.

Entre as estratégias inclusivas estão projetos e ações que facilitam o acesso de pessoas de baixa renda às Tecnologias da Informação e Comunicação (TIC). A inclusão digital volta-se também para o desenvolvimento de tecnologias que ampliem a acessibilidade para usuários com deficiência.

Dessa forma, toda a sociedade pode ter acesso a informações disponíveis na Internet, e assim produzir e disseminar conhecimento. A inclusão digital insere-se no movimento maior de inclusão social, um dos grandes objetivos compartilhados por diversos governos ao redor do mundo nas últimas décadas.

Dois novos conceitos são incorporados as políticas de inclusão digital: a acessibilidade de todos às TIs (e-Accessibility), neste caso, não somente a população deficiente; e a competência de uso das tecnologias na sociedade da informação (e-Competences)

Oficina de GIMP.

GIMP
Oficina de GIMP, oferecida pelo CID Mazzei é sucesso, só no primeiro dia alunos mostraram que não estam pra bricar e sim pra adiquirir conhecimento. Eles só com o primeiro exercicio criaram e transformaram imagens maravilhosas. Esse são alguns exemplos de trê alunos que fazem parte da oficina.

Essa acima foi transformada pelo aluno Jonata

Olha só o efeito de LUZ e COR que esse meninos fizeram.
Lucas com o carro dourado e o Eudes com o carro Lilas